Vem do seu jeito!

Vem do seu jeito!

“Venha como você é

Como você era

Como quero que você seja”

 

Nossa mente ama em grau maior estar no controle.

Ela “acha” que está no controle! 

De certa forma, exercer controle é uma importante habilidade de sobrevivência. 

Mas o que realmente podemos controlar é o nosso próprio comportamento.

Assumir seu controle de comportamento (gestos, ações e fala) é empoderador e necessário. 


Perdemos o limite e o controle do nosso comportamento quando tentamos entrar na vida dos outros. 

Você pode até querer ajudar.

Se você tiver problemas em querer controlar os outros, comece a perceber que sente a necessidade de interferir no que está acontecendo, em vez de apenas permitir que os eventos se desenrolem. 

Isso pode acontecer com pais, por exemplo, que ainda estão tentando forçar os filhos adultos a se comportarem de maneiras que considerem aceitáveis. 

Também pode acontecer quando as pessoas tentam controlar o comportamento de seus parceiros. 

 

Pessoas que desejam controlar os outros são, no fundo, consumidas por seus próprios medos e as projetam nos outros.

 

Quase todo mundo tem pelo menos uma situação ou relacionamento em que tenta exercer controle. 

Isso geralmente acontece porque o comportamento de alguém nos deixa desconfortáveis. 

Outro exemplo, se sua melhor amiga tende a beber demais, você pode passar uma festa inteira tentando impedir que ela o faça. Isso é diferente de confrontá-la diretamente sobre o problema e permitir que ela decida o que deve fazer. 

 

Mas devo ser omisso perante o que acontece a minha volta?

Claro que não! 

Querer controlar geralmente anda de mãos dadas com a falta de coragem em ser direto sobre o que você deseja. 

 

Experimente: quando se assustar perante um acontecimento, tente escolher uma coisa que você pode deixar se desenrolar sem nenhum controle de sua parte. Examine como você se sentiu antes e depois e por que você queria controlar a situação.

 

Às vezes, é difícil permitir que os outros sejam quem são, especialmente se sentimos que sabemos o que é melhor para eles e os vemos fazendo escolhas que não faríamos. 

No entanto, se quisermos ser respeitosos e verdadeiramente amorosos, temos que deixar as pessoas fluírem, confiando que elas encontrarão seu próprio caminho em seu próprio tempo e entendendo que é a vida delas. 

Basta lembrar a si mesmo que a única vida que você tem para viver é a sua.

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